
Letícia Carolina Nascimento é mulher travesti, negra, gorda e piauiense. Filha de MãeUde e MãeGlai, neta de maranhenses, é irmã e tia. Ekedy no terreiro-escola Ilê Asê Oba Oladeji, Filha de Xangô e Oyá. Leonina com lua em capricórnio. Feiticeira decolonial de devires e bruxa mestiça da Sociopoética. É terapeuta com formação em Reiki e Arteterapia. Mestra e Doutora em Educação (UFPI). Professora do Curso de Pedagogia, Professora do Programa de Pós-graduação em Sociologia (PPGS/UFPI) e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPsi/UFDPar). Autora do livro Transfeminismo, na Coleção Feminismos Plurais coordenada por Djamila Ribeiro, traduzido para o francês com o título: "Le transféminisme: genres et transidentités" pela Editions Anacaona. É ativista social atuando como co-fundadora e articuladora do Acolhe Trans e junto a coordenação executiva nacional do Fórum Nacional de Travestis e Transexuais Negras e Negros (FONATRANS). Vinculada aos seguintes núcleos: Núcleo de Estudo e Pesquisa em Educação Gênero e Cidadania (NEPEGECI/UFPI) e a Rede Interdisciplinar de Mulheres Acadêmicas do Semiárido (RIMAS/UFRPE). Pesquisadora filiada a Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN). Em suas investigações a ativista produz cartografias entre corporalidades transvestigêneres e/ou negras a partir de perspectivas mestiças de encontros entre ideias decoloniais, feministas e da filosofia da diferença. Gosta de cantar e dançar, ama o mar, mas não sabe nadar.